Climate Action

Living Edition
| Editors: Walter Leal Filho, Anabela Marisa Azul, Luciana Brandli, Pinar Gökcin Özuyar, Tony Wall

Brazilian Amazônia and Climate Change: Barriers and Pathways for Forthcoming Sustainability

  • Thiago Lima Klautau de AraújoEmail author
Living reference work entry
DOI: https://doi.org/10.1007/978-3-319-71063-1_25-1

Definition

In Portuguese, “Amazônia” is a word with several possible meanings, being able to refer to the Northern Region of Brazil, to the forest, to the biome, or to the economic zone. In English, the expression “Amazon” is even more confusing as it can refer (in addition to those already mentioned) also to the Amazon River.

The Amazônia Rainforest occupies 2/5 of South America’s area or about 5% of the Earth’s surface, concentrating 20% of the planet’s fresh water (IBGE 2004). Its climate is equatorial and tropical. French Guiana (an overseas department of France), Suriname, Guyana, Venezuela, Colombia, Bolivia, Peru, Ecuador, and Brazil together compose the International Amazônia.

Introduction

Brazil concentrates 60% of total Amazônia’s area, distributed among the states of Pará, Amazonas, Rondônia, Roraima, Acre, Amapá (their full territories), Tocantins, Maranhão, and Mato Grosso (only part of their areas) (IBGE 2004; Fig. 1).
This is a preview of subscription content, log in to check access.

References

  1. Benevides C, Ribeiro E (2014) Saneamento: Brasil ocupa 112° posição em ranking de 200 países. Retrieved from: https://glo.bo/2KRm0hr
  2. BPBES (2018) Sumário para tomadores de decisão do relatório de avaliação da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos. Retrieved from: https://bit.ly/2JZQZU9
  3. Brasil (1953) Lei n° 1806, de 6 de janeiro de 1953. Retrieved from: https://bit.ly/2GwVA09
  4. Brasil (1966) Lei n° 5173, de 27 de outubro de 1966. Retrieved from: https://bit.ly/2GxcP1p
  5. Brasil (1996) Lei Complementar n° 87, de 13 de setembro de 1996. Retrieved from: http://bit.ly/1OWZMVu
  6. Brasil (2007) Lei Complementar n° 124, de 3 de janeiro de 2007. Retrieved from: https://bit.ly/2vcHPx1
  7. Calixto B (2016) Maior parte da compensação ambiental de Belo Monte não vai para áreas impactadas. Retrieved from: https://glo.bo/2Ittd57
  8. Cardoso A (2015) Especiarias na Amazônia portuguesa: circulação vegetal e comércio atlântico no final da monarquia hispânica. Rev Tempo 21(37):116–133CrossRefGoogle Scholar
  9. Cerqueira et al (2018a) Atlas da Violência 2018. IPEA, Rio de JaneiroGoogle Scholar
  10. Cerqueira et al. (2018b) Atlas da Violência 2018 – Políticas Públicas e Retratos dos Municípios Brasileiros. IPEA, Rio de JaneiroGoogle Scholar
  11. CNT; SEST; SENAT (2017) Pesquisa CNT de Rodovias 2017: relatório gerencial. CNT, BrasíliaGoogle Scholar
  12. Klautau de Araújo JM (1995) Caligrafias de Belém – vol. I: a dimensão insular. Imprensa Oficial do Estado do Pará, BelémGoogle Scholar
  13. Klautau de Araújo TL (2014) Environmental law, public policies, and climate change: a social-legal analysis in the brazilian context. In: Leal Filho W (ed) Handbook of climate change adaptation. Springer, Berlin, pp 973–982.  https://doi.org/10.1007/978-3-642-40455-9_115-1Google Scholar
  14. Klautau de Araújo TL (2016) Public policies and education for biodiversity: Brazilian challenges in a new global context. In: Castro P, Azeiteiro UM, Bacelar Nicolau P, Leal Filho W, Azul AM (eds) Biodiversity and education for sustainable development. Springer, Berlin, pp 219–235Google Scholar
  15. Klautau de Araújo TL (2017) Constituição económica e desigualdades regionais: uma análise comparada dos ordenamentos Brasileiro e Português. Retrieved from: https://bit.ly/2viSWo5
  16. Klautau de Araújo TL, Soares AMVM, Azeiteiro UM (2019) Environmental assets and carbon markets: could it be Amazônia’s new belle Époque? In: Castro P, Azul A, Leal FW, Azeiteiro U (eds) Climate change-resilient agriculture and agroforestry. Climate Change Management. Springer, Cham.  https://doi.org/10.1007/978-3-319-75004-0_28Google Scholar
  17. Garfield S (2009) A Amazônia no imaginário norte-americano em tempo de guerra. Rev Bras História 29(57):19–65. São PauloCrossRefGoogle Scholar
  18. Garfield S (2010) The environment of wartime migration: labor transfers from the Brazilian Northeast to the Amazon during World War II, in Journal of Social History, Summer 2010. George Mason University Press, FairfaxGoogle Scholar
  19. Garrett R et al (2017) Explaining the persistence of low income and environmentally degrading land uses in the Brazilian Amazon. Ecol Soc 22(3):27.  https://doi.org/10.5751/ES-09364-220327CrossRefGoogle Scholar
  20. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2004) Mapa de Biomas do Brasil. IBGE, Brasília. Retrieved from: https://bit.ly/2L0n0KCGoogle Scholar
  21. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2014a) Áreas Especiais – Cadastro de Municípios localizados na Amazônia Legal. Retrieved from: https://bit.ly/2vc3NQT
  22. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2014b) Amazônia legal. IBGE, Brasília. Retrieved from: https://bit.ly/2Pgi5sMGoogle Scholar
  23. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2016) Área Territorial Brasileira. Retrieved from: http://bit.ly/2xxyleQ
  24. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2017) Sistema de Contas Regionais: Brasil 2015. Retrieved from: https://bit.ly/2UJCkFu
  25. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2018) IBGE divulga o rendimento domiciliar per capita 2017. Retrieved from: https://bit.ly/2lI6J2T
  26. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2019) Cidades. Retrieved from: https://cidades.ibge.gov.br/
  27. IMAZON – Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (2014) Deforestation in the Amazon accumulated by the year 2012. Source: INPE/Prodes. Retrieved from: https://bit.ly/2UKUmHr
  28. INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (2016) IDEB – Resultados e Metas. Retrieved from: https://bit.ly/1qoxrdS
  29. INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (2018) Taxas anuais de desmatamento na Amazônia Legal Brasileira (AMZ). Retrieved from: https://bit.ly/2pxyiAW
  30. IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (2008) Amazônia Legal. Retrieved from: https://bit.ly/2LsBJDt
  31. Lavelle P et al (2016) Unsustainable landscapes of deforested Amazonia: an analysis of the relationships among landscapes and the social, economic and environmental profiles of farms at different ages following deforestation. Glob Environ Chang 40:137–155.  https://doi.org/10.1016/j.gloenvcha.2016.04.009CrossRefGoogle Scholar
  32. Lima RS et al (2017) Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2017. Fórum Brasileiro de Segurança Pública, São PauloGoogle Scholar
  33. Lisboa P (2016) O último vapor: ascensão e queda da borracha na Amazônia (1820–1930). Museu Paraense Emílio Goeldi, BelémGoogle Scholar
  34. Ministério da Saúde (2012) Índice de Desenvolvimento do Sistema Único de Saúde. Retrieved from: https://bit.ly/2Ui6DBZ
  35. Mourão L (1989) Memória da indústria paraense. Federação das Indústrias do Estado do Pará, BelémGoogle Scholar
  36. Mourão, Leila. (2017). Memórias da indústria Paraense. In: XII Congresso Brasileiro de História Econômica & 13ª Conferência Internacional de História de Empresas. Retrieved from: https://bit.ly/2Q2yp0O
  37. Muchagata M, Brown K (2003) Cows, colonists and trees: rethinking cattle and environmental degradation in Brazilian Amazonia. Agric Syst 76:797–816CrossRefGoogle Scholar
  38. OECD (2016) Brasil no Pisa 2015: análises e reflexões sobre os estudantes brasileiros. Fundação Santillana, São PauloGoogle Scholar
  39. Oliveira G, Scazufca P, Pires R (2018) Ranking do Saneamento Instituto Trata Brasil 2018. Instituto Trata Brasil, Rio de Janeiro. Retrieved from: https://bit.ly/2Fa1lifGoogle Scholar
  40. Paulino E (2014) The agricultural, environmental and socio-political repercussions of Brazil’s land governance system. Land Use Policy 36:134–144CrossRefGoogle Scholar
  41. Rezende TVF (2006) A conquista e a ocupação da Amazônia brasileira no período colonial: a definição das fronteiras. Tese de Doutorado, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Universidade de São Paulo, São Paulo.  https://doi.org/10.11606/T.8.2006.tde-16072007-123916CrossRefGoogle Scholar
  42. Samuelson P (1976) Economics of forestry in an evolving society. Econ Inq XIV:466–492CrossRefGoogle Scholar
  43. SEMAS – Secretaria de Meio-Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Pará (2016) Governo do Pará questiona a distribuição da Compensação Ambiental de Belo Monte. Retrieved from: https://bit.ly/2UL8K2g
  44. Silva JMC et al (2017a) The impact of deforestation, urbanization, public investments, and agriculture on human welfare in the Brazilian Amazonia. Land Use Policy 65:135–142.  https://doi.org/10.1016/j.landusepol.2017.04.003CrossRefGoogle Scholar
  45. Silva RL et al (2017b) Degradation impacts on riparian forests of the lower Mearim river, eastern periphery of Amazonia. For Ecol Manag 402:92–101.  https://doi.org/10.1016/j.foreco.2017.07.0190378-1127CrossRefGoogle Scholar
  46. SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (2017) Série Histórica. Retrieved from: https://bit.ly/2UsmdXJ
  47. UNDP (2016) Human development report 2016. Retrieved from: http://bit.ly/2niumB7
  48. UNDP; IPEA; FJS (2013) Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil – ranking. Retrieved from: http://bit.ly/1TPFUDZ
  49. Weinstein B (1993) A borracha na Amazônia: expansão e decadência (1850–1920). Editora da Universidade de São Paulo, São PauloGoogle Scholar
  50. Wolford W (2016) The casa and the causa: institutional histories and cultural politics in Brazilian land reform. Lat Am Res Rev 51(4):24–42. Austin: Latin American Studies AssociationCrossRefGoogle Scholar

Copyright information

© Springer Nature Switzerland AG 2019

Authors and Affiliations

  1. 1.Department of Biology and Centre for Environmental and Marine StudiesUniversity of AveiroAveiroPortugal

Section editors and affiliations

  • Anabela Marisa Azul
    • 1
  1. 1.Center for Neuroscience and Cell BiologyUniversity of CoimbraCoimbraPortugal