Advertisement

Teaching Brazilian Sign Language in Higher Education Through Virtual Practices

  • Ana Luisa Borba GedielEmail author
Reference work entry

Abstract

Brazilian Sign Language (LIBRAS) is the main form of communication and cultural expression of Deaf people in Brazil. LIBRAS was established as the official sign language of the country in 2002, and in 2005, a new decree made it obligatory to offer LIBRAS courses in teacher training in all higher education institutions (Brasil, Decreto no 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000, 2005). Thus, this chapter discusses the use of virtual exercises in second language instruction as a valuable method for teaching and learning LIBRAS, as well as for improving the understanding of the linguistic and cultural characteristics of Deaf people. Four sets of virtual practices were created with different topics: (1) Introduction to LIBRAS; (2) Literacy and literary skills; (3) Linguistic and grammatical aspects; (4) Practice in sign language. These virtual methodologies were used by undergraduate students in qualitative research developed at a federal university in Minas Gerais state, Brazil, in 2014 and 2015. The application of virtual methodological practices proved to stimulate the interest of students in the training, both in the classroom and at distance. In addition, the interactions stimulated the discussion about the signs used in each virtual game. Considering the linguistic differences between LIBRAS and Portuguese, the virtual practices constituted a methodological tool to support students’ and teachers’ communication with Deaf students using their natural language about different areas of knowledge.

Keywords

LIBRAS Second language teaching Virtual practices Teacher training 

Notes

Acknowledgment

This work was supported by the grant from Research Grant Foundation by Minas Gerais State – FAPEMIG (1/2013 – 2015) and Coordination for the Improvement of Higher Education Personnel – CAPES Foundation, a post doctoral scholarship grant.

References

  1. Abreu, P. d. M. (2010). Recomendações para projetos de TICs para apoio a alfabetização com Libras. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais – Departamento de Ciência da Computação.Google Scholar
  2. Basso, I. M. S., Strobel, K. L., & Masutti, M. (2009). Metodologia do Ensino de Libras L1. Florianópolis: UFSC.Google Scholar
  3. Bezerra, A. C. T., et al. (2017). A linguagem folkcomunicacional no aplicativo VLibras: uma análise sobre acessibilidade de deficientes auditivos na tecnologia. Pernambuco: XVIII Conferência Brasileira de folkcomunicação.Google Scholar
  4. Bisol, C. A. (2010). Ciberespaço: terceiro elemento na relação ensinante/aprendente. In C. B. Valentini & E. M. d. S. Soares (Eds.), Aprendizagem em ambientes virtuais:compartilhando ideias e construindo cenários. [recurso eletrônico]. Caxias do Sul: Educs.Google Scholar
  5. Brandão, Z. (2002). Pesquisa em Educação: conversas com pós-graduandos. São Paulo: Loyola.Google Scholar
  6. Brasil. (1996). Lei de diretrizes e bases da educação nacional (LDBEN). Brasília: MEC.Google Scholar
  7. Brasil. (2002). Lei 10.436 de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a regulamentação da LIBRAS. Disponível em: http://www.libras.org.br/leilibras.php
  8. Brasil. (2005). Decreto no 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.Google Scholar
  9. Couto, M. R. d. S., & Veiga, D. L. (2007). Multi-trilhas: um jogo para auxiliar crianças surdas no processo de aquisição de segunda língua. Rio de Janeiro: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.Google Scholar
  10. Ferreira-Brito, L. (1998). Língua Brasileira de Sinais – Libras. In L. Ferreira-Brito et al. (Eds.), Programa de capacitação de recursos humanos do ensino fundamental/vol. III: Língua Brasileira de Sinais. Brasília: MEC/SEESP.Google Scholar
  11. Freires, S. C. d. S., Dantas, R. R. T., & de Aquino, J. M. (2017). As Tic’s no ensino de Libras: uma experiência no curso de licenciatura em educação no campo (LEDOC). Rio Grande do Norte: Universidade Federal Rural do Semi-Árido.Google Scholar
  12. Geertz, C. (1989). A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: LTC Press.Google Scholar
  13. Gesser, A. (2009). LIBRAS?: Que língua é essa? crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda – São Paulo: Parábola Editorial.Google Scholar
  14. Goffman, E. (Ed.). (1981). Forms of talk. Philadelphia: University of Pennsylvania Press.Google Scholar
  15. Goodwin, C. (1995). Co-constructing meaning in conversations with an aphasic man. Research on Language and Social Interaction, 28(3), 233–260.CrossRefGoogle Scholar
  16. Goodwin, C. (2000). Action and embodiment within situated human interaction. Journal of Pragmatics, 32, 1489–1522.CrossRefGoogle Scholar
  17. Gumperz, J., & Cook-Gumperz, J. (1982). Introduction: Language and the communication of social identity. In J. Gumperz (Ed.), Language and identity. Cambridge: Cambridge University Press.Google Scholar
  18. Keating, E., & Mirus, G. (2003). American Sign Language in virtual space: Interactions between deaf users of computer-mediated video communication and the impact of technology on language practices. Language in Society, 32, 693–714.CrossRefGoogle Scholar
  19. Lopes, G. K. F. (2017). O uso das tecnologias no processo de ensino e de aprendizagem do surdo: Libras em educação à distância. Petrópolis: Revista virtual de cultura surda.Google Scholar
  20. Martins, L. M. N., & Lins, H. A. d. M. (2015). Tecnologia e educação de surdos: possibilidades de intervenção. São Paulo: Nuances: estudos sobre educação.Google Scholar
  21. Masetto, M. T. (2003). Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo: Summus.Google Scholar
  22. Minayo, M. C. d. S. (Ed.). (2012). Pesquisa social: teoria, método e criatividade (31st ed.). Petrópolis: Vozes.Google Scholar
  23. Morán, J. (2015). Mudando a educação com metodologias ativas. In: Souza, C. A. de S. & Morales, O. E. T. (Eds.), Convergências Midiáticas, Educação e Cidadania: aproximações jovens (Vol. II). [Coleção Mídias Contemporâneas]. Ponta Grossa, Paraná: PG:PROEX/UEPG.Google Scholar
  24. Padden & Humphries. (2006). Inside Deaf Culture. Cambridge, Massachusetts: Harvard University Press.Google Scholar
  25. Quadros, R. M., & Karnopp, L. (2004). Língua de Sinais Brasileira – Estudos Linguísticos. Porto Alegre: Artmed.Google Scholar
  26. Quadros, Ronice Müller de. (2006). Políticas lingüísticas e educação de surdos em Santa Catarina: espaço de negociaçães. Cad. CEDES [online]. vol. 26, n. 69, pp. 141–161.Google Scholar
  27. Soares, M. (1998). Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica.Google Scholar
  28. Stokoe, W. (1978). Sign language structure. Linstok Press: Silver Spring.Google Scholar
  29. Stumpf, M. R. (2010). Educação de Surdos e Novas Tecnologias. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina.Google Scholar
  30. Youssef, Y. (2011). Redesign do jogo Multi-Trilhas Virtual. Rio de Janeiro: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.Google Scholar

Copyright information

© Springer Nature Switzerland AG 2020

Authors and Affiliations

  1. 1.Language DepartmentUniversidade Federal de ViçosaViçosaBrazil

Personalised recommendations